estamos bem, obrigado
Ando desinspirada.
Os crescimentos da coisa não deixam de me espantar: água, sol na mesa da janela e uns ocasionais Gostamos muito de ti, batatinha do miúdo, certamente inspirados no Ainda nada? da Kalandraka.
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ângela
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Transformou os dez minutos para pensar nos maus comportamentos numas notas para comprares pêssegos e uma casa grande e um barco telecomentado para navegar ali no lago do jardim. Atafulhou-mas na carteira misturadas com desculpas e valeram-lhe logo o aligeiramento dos ralhos. Mas é claro que não as vou esbanjar em frutas, assoalhadas e coisas de brincar.
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ângela
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Na feira de Belém (primeiros e terceiros domingos do mês), no meio de livros velhos, antiguidades, bugigangas de plástico, muitos colares e pulseiras e alguns artesanatos interessantes, descobrimos camiões, táxis antigos, comboios e carrinhos em madeira mesmo a pedirem para serem brincados. Trouxemos um quinze e uma lancha que navega mesmo a sério e vontades de daqui a um mês aumentar mais um pouco o trânsito automobilístico no tapete da sala.
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ângela
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Antes consumia uma multidão deles nos três meses infindáveis de calor e praia. Agora limito-me a meia dúzia de linhas nas pausas dos Anda lá comigo para a água, não está nada fria, dos E um castelo, hoje não fazemos nenhum? e dos Queres ir procurar conchinhas? Se no trinta e um de Agosto chegar ao ponto final da página cento e oitenta e oito congratulo-me com a heroicidade do feito.
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ângela
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Pão com passas e doce de melão. Leite e café à parte, por cá os pequenos-almoços são cada vez mais homemade.
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ângela
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