terça-feira, 30 de janeiro de 2007
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
às direitas
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às avessas
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desorganizamo-nos
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
mas... mas é que eu ainda sou pequenino
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mas... eu ainda sou pequenino
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terça-feira, 16 de janeiro de 2007
eu ainda sou pequenino
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
quem quer casar com a joaninha?
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domingo, 14 de janeiro de 2007
quiquiriqui
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sábado, 13 de janeiro de 2007
papas de arroz com noz

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
boa almofada
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
mau garfo
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
agridoce
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terça-feira, 9 de janeiro de 2007
das horas
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
acordares
Ainda não percebi quem gosta mais de preguiçar as manhãs na cama gânde:
ela...
... ou ele. A grande diferença é que ela fica-se por plácidas ronronadelas enquanto ele, depois de uns curtos segundos de mimos ensonados, transforma as flores em pistas de carros de corrida, o edredão em disfarce de sámpama e as almofadas em grandes ondas do mar. Tendo direito a um pedido para 2007 eu cá pedia calma para o miúdo, que a minha vem por acrescento.
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
três, dois, um... 2007!
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
gigões e anantes
Gigões são anantes muito grandes.
Anantes são gigões muito pequenos.
Os gigões diferem dos anantes:
uns são um bocado mais, outros um bocado menos.
Era uma vez um gigão tão grande, tão grande,
que não cabia. - Em quê? - O gigão era tão grande
que nem se sabia em que é que ele não cabia!
Mas havia um anante ainda maior que o gigão
e esse então nem se sabia se cabia ou não!
Só havia uma maneira de os distinguir:
era chegar ao pé deles e perguntar.
Mas eram tão grandes que não se podia lá chegar!
E nunca se sabia se estavam a mentir!
Então a Ana, como não podia
resolver o problema, inventou uma solução:
xixanava com eles e o que ficava
xubiante ou ximbipante era o gigão,
e o anante o que fingia que não.
A teoria nunca falhava porque era toda
com palavras que só a Ana sabia.
E como eram palavras de toda a confiança
só queriam dizer o que a Ana queria.
Manuel António Pina in "Gigões & anantes" (1974)
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
sampámas e tampussas
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
de meno a mais
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